Onde tudo começa
 
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Onde tudo começa

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Onde tudo começaEstá de parabéns o Presidente da Federação, estão de parabéns os selecionadores nacionais, Mário Gomes, Ricardo Vasconcelos e Agostinho Pinto. Nunca o basquetebol nacional foi apurado, para no mesmo ano,

ter a possibilidade de disputar três finais de 3 competições internacionais de elevadíssima importância. As fases finais dos Europeus de seniores masculinos e femininos e a fase final do campeonato mundial dos Sub-19 femininos. Está de parabéns a Federação, está de parabéns todo o universo do basquetebol nacional. Independentemente dos resultados que as três seleções irão alcançar este será sempre um ano histórico para a modalidade.

Na sequência destes brilhantes resultados, muitas análises e avaliações fui lendo em jornais e principalmente nas redes sociais. Muitas delas referindo o bom trabalho dos clubes, das associações, dos centros de treino, da Escola Nacional de Basquetebol, do claro aumento da divulgação da modalidade, e dos investimentos da Federação e fundamentalmente e muito bem dos três selecionadores e respetivas equipas técnicas.

Li análises de grande qualidade com as quais concordei na generalidade e que mencionavam entre outros a melhoria das competições seniores e o facto de muitos dos jogadores das seleções terem adquirido experiência no estrangeiro.

Curiosamente ou não, não estou a dizer que não tenha sido mencionado, estou apenas a dizer que eu nunca vi nenhuma referência, por exemplo, à importância da criação das Festas do Basquetebol Juvenil. Salvo melhor opinião, creio que as Festas têm contribuído para a melhoria da modalidade. Se não li nada sobre as Festas, muito menos encontrei alguma referência há grande transformação que houve a partir de 2000 no minibásquete onde todos dizemos, que é onde tudo começa.

A criação das Festas do Basquetebol Juvenil, onde a grande maioria dos elementos destas seleções estiveram presentes, foi segundo a minha opinião, uma grande conquista na primeira década do século XXI, para o desenvolvimento e crescimento da modalidade.

Em março de 2000 foi reativado o CNMB, que aos poucos foi transformando a realidade do minibásquete em Portugal. Não vou aqui mencionar as transformações, o crescimento e desenvolvimento do minibásquete desde 2000, pois farei isso nos meus contributos para história do minibásquete em Portugal.

No início deste ano escrevi aqui no Planeta Basket. “Celebramos o que damos importância e fica aqui expressa a minha curiosidade, de saber se vai haver de parte da federação alguma referência aos 25 anos de reativação do CNMB.

Ao chegar ao final de março, como já desconfiava que tal fosse acontecer, não dei por parte da Federação nem uma única referência aos 25 anos do CNMB, nem li nenhum comentário da importância que o crescimento e desenvolvimento pode ter tido nestes sucessos.

A importância que damos às coisas não passa apenas pelos investimentos financeiros, passa também por uma simples palavra, para onde tudo começa e onde todo o trabalho de milhares de pessoas envolvidas no minibásquete acaba por ser esquecido.

 

 


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